terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A minha consciência foi de férias e parece que já não volta


Em: Sábado, 11 de Setembro de 2010 às 17:47

Antigamente costumava escrever "poemas" (entre "" porque não sei se lhes posso chamar isso), mas gostava era quando escrevia poesia erótica ou os meus contos eróticos... Era nova, ainda não tinha os meus 18 anos... E escrevia sobre o deus Sol e a sua amada, num encontro num local mágico tirado das histórias celtas... Mas aquilo era lindo, melhor que romances harlequim, embora nunca tivesse conseguido escrever um fim para eles.

Ontem doia-me a cabeça, a comer um magnum sanduiche tive de parar e escrever! Após escrever "puff" qual milho que se transforma em pipoca, a dor passou e a calma imperou! Fico contente... Adoro quando a vontade é tão urgente que não podemos reprimir os instintos de agarrar num papel e caneta, ignorando tudo à volta, e só paramos quando tudo é transmitido para ali! Curioso, ao reler o que escrevo não reconheço aquelas palavras, e acho surreal aquilo ter vindo de dentro de mim. Que mente esta que tenho... oh well nao serei eu a estudar-me a mim mesma...

Quando cais doi muito, mas depois de caires varias vezes a dor cada vez vai sendo menor... E chega a um ponto que já nem sentes, levantas-te, sacodes a poeira e ergues-te para seguir em frente! E depois pensas se será que vais alguma vez sentir alguma coisa, pois já nem a dor sentes...

E pensas e pensas e pensas... mas nada do que estás a pensar te faz confusão, a minha consciência foi de férias e parece que já não volta! O choque que transmito ao dizer que sou uma pessoa sem ética e sem moral (esta então é 100% nula) desencadeia na sociedade que me rodeia um grande "zum zum". Oh mas eu deixei à muito de ligar para o que pensam, querem e dizem de mim. Eu sou aquilo que quero mostrar que sou. Há muitos anos escrevi o que volto a rescrever, se todas as pessoas q me conhecem se juntassem e falassem de mim aí sim descobriam quem é a verdadeira Mafalda. E adoro aquela máxima "bem ou mal o que interessa é que falem de mim".

O meu ego voltou a crescer de tamanho e começo a lembrar-me de comentários passados feitos à minha pessoa. Ser o centro das atenções assusta-me, mas gosto disso "comó caraças".

... and i don't give a fuck

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